Dica de Leitura: Memórias do Renner

Esta obra tem como autores Janaína Azevedo Lopes e Márcio Reinheimer.


A escritora Janaína Azevedo Lopes doando três exemplares do livro Memórias do Renner para a Biblioteca Pública Municipal Hélio Alves de Oliveira.


Fonte/Fotos: Facebook

Feira de Troca-Troca 2016: Domingo no Parque





Fonte do Vídeo: JPTV

Dica de Leitura: Segredos da alma


O segredo do perdão
é olhar sem julgamento.
O segredo da fé
é procurar as provas.
O segredo do carisma
é olhar com amor.
O segredo da saúde
é a alegria.
O segredo da força
é a vontade.
O segredo do amor
é a inteligência.
O segredo do destino feliz
é ficar no melhor.
O segredo do equilíbrio
é buscar o espiritual.
A Vida tem seus segredos,
mas para quem está atento
fica fácil descobri-los.

Fonte: Saraiva

Dica de Leitura: Cartas da Alma


Todos acham que a família de Maeve é perfeita. Mas quando seus pais decidem se separar, Maeve percebe que nem tudo são flores. Justo agora que ela foi indicada para um prêmio por seu trabalho voluntário! Avery também está tendo problemas: ela morre de vontade de ter um bichinho de estimação, mas sua mãe não quer nem ouvir falar de animais em casa. As Garotas da rua Beacon vão precisar de toda a amizade e companheirismo para encarar problemas com garotos, porquinhos da Índia fugitivos, um evento de gala e a implicância das Rainhas Malvadas.

Fonte: Saraiva

Dica de Leitura: Cinco Porquinhos


Cinco porquinhos é um dos maiores clássicos do clássico detetive belga Hércule Poirot. Tudo começa com uma carta, seguida então da presença de sua autora, Carla Lemarchant: 'uma jovem alta e esbelta de vinte e poucos anos; o tipo de mulher jovem para quem definitivamente se olhava duas vezes'. Trata-se de, triplamente, pedir para Poirot resolver um crime, desfazer uma injustiça e limpar um nome. O crime, o assassinato de seu pai, o célebre pintor (e ainda mais célebre mulherengo) Amyas Crale; a injustiça, a condenação de sua mãe, a bela Mrs. Crale, pelo assassinato; o nome, a dessa mesma Mrs. Crale, já falecida (estamos dezesseis anos depois do crime), que sua filha jur a ser inocente, apesar de todas as provas em contrário. Resta, naturalmente, encontrar então o verdadeiro assassino, uma das cinco pessoas que estavam na casa do pintor naquele dia fatídico...

Fonte: Saraiva

Dica de Leitura: Amy Winehouse - Biografia


Em comemoração ao aniversário de uma das artistas mais contundentes e polêmicas da atualidade, a Editora Globo e o canal Multishow de televisão lançam o livro Amy Winehouse: biografia. A cantora e compositora inglesa é uma das poucas unanimidades de público e crítica na história da música. Dia 14 de setembro, ela completará apenas 25 anos. Apesar da pouca idade, já produziu dois álbuns extremamente sofisticados - Frank e Back to Black. No primeiro, lançado em 2003, a predominância da sonoridade jazzística faz jus ao título em homenagem a Frank Sinatra. Já no segundo, de 2007, o jazz mistura-se ao soul e recebe vários prêmios, entre eles o BRIT, Modo (Music of Black Origin), Vodafone Live Award, Q Awards e cinco categorias do Grammy. Além de ter fascinado os intelectuais da mídia especializada com seu estilo clássico, Amy vendeu milhões de discos e estreou na cobiçada lista da Bilboard em 7º lugar entre 200 sucessos.

Apesar da voz impressionante e da musicalidade de altíssimo nível, a qualidade artística da cantora inglesa vem sendo ofuscada por problemas pessoais. Em 2007, escândalos, drogas, depressão e bulimia começaram a prejudicar sua performance nos palcos e despertaram o interesse das mídias sobre celebridades. Depois de Britney Spears, Paris Hilton e Kate Moss, Amy Winehouse é a nova obsessão desta imprensa. A biografia escrita pelo jornalista britânico Chas Newkey-Burden nos conta não só dos 'pé na jaca' da cantora, mas também da época de anonimato, das influências, das escolas artísticas que a formaram, além de críticas dos jornais mais prestigiados do mundo.

O livro começa a traçar a história de Amy a partir de sua família. Seus tios tinham banda de jazz e seu pai adorava Frank Sinatra, Thelonious Monk e Ella Fitzgerald; 'aprendi a cantar ouvindo ela', diz Amy na biografia. Com 14 anos, a inglesinha ganhou sua primeira guitarra - uma Fender Stratocaster. Desde então, começou a tocar, compor e cantar. Nesta época, ganhou uma bolsa de estudos na Sylvia Young Theatre School, mas foi convidada a sair por mau comportamento. Mais tarde, ingressou na BRIT Performing Arts & Technology School, mas também não durou muito. Até hoje, ela nunca se adequou à instituição alguma.
Amy foi descoberta por Simon Fuller quando passou a cantar regularmente com a National Youth Jazz Orquestra. Fuller é um dos empresários mais importantes da indústria do entretenimento. Entre seus ganhos e feitos estão os programas Pop Idol e American Idol, as Spice Girls, os direitos comerciais do nome e da imagem de Muhammad Ali e da propriedade Graceland, de Elvis Presley. Ao perguntarem qual impressão ele lhe causava, Amy respondeu: 'Gente de negócios não me causam impressão. Não ficam na minha cabeça.'. Em 2006, ela rompeu com Fuller, contratou o produtor Mark Ronson e assinou com a Universal/Island Record.

Com a gravação do segundo disco, a fama caótica tem início. Um escândalo por dia, magreza, overdose. E quase esquecem de sua música, uma arte que nunca foi menos do que fantástica.

Fonte: Saraiva

Hora do Conto: Na Biblioteca Pública com a presença dos alunos da E.M.E.F. do Bairro São Paulo








Fonte/Fotos: Facebook

Dica de Leitura: Além do bem e do mal





Referindo-se ao livro, Nietzsche escreveu: "O livro é, em suas partes essenciais, uma crítica da Modernidade, das ciências modernas, das artes modernas, sem excluir delas a política moderna".


Fonte: Saraiva

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