Dica de Leitura: 6º Alvo


Um assassino fora de controle. Quando um homem abre fogo contra uma balsa lotada no porto de São Francisco, a tenente Lindsay Boxer é imediatamente convocada. Ao chegar ao local, ela se depara com um cenário assustador: três pessoas estão mortas e sua amiga Claire Washburn encontra-se gravemente ferida. A tenente promete a si mesma que vai colocar o criminoso atrás das grades. O sequestro de uma criança. Trabalhando com o inspetor Richard Conklin, Lindsay consegue prender o assassino. Assim que o julgamento começa, outro caso desperta a atenção da polícia. Madison Tyler, de 5 anos, filha de um conhecido jornalista, desaparece perto de casa. Não há tempo a perder. Enquanto Yuki Castellano tenta condenar o atirador da balsa à pena máxima, Lindsay tem que deter o sequestrador. Outras crianças foram raptadas, mas não houve pedido de resgate. Numa corrida contra o relógio, a tenente sabe que precisa encontrar os pequenos reféns antes que seja tarde.

Fonte: Saraiva

A Caminho do Verdadeiro Eu

O escritor Maycon Salazar Reidel doando 3 exemplares de seu livro "A Caminho do Verdadeiro Eu" para a Biblioteca Pública Hélio Alves de Oliveira, Museu Literário e Biblioteca e Telecentro Timbaúva.

Dica de Leitura: Fogo cruzado


Os sinos da igreja já estão tocando. Em meio aos preparativos para seu casamento com a detetive Bree Stone, Alex Cross é chamado pelo Departamento de Homicídios de Washington para resolver o assassinato de dois dos homens mais poderosos – e corruptos – da cidade.
Quando o ardiloso homicida, um atirador de elite, age novamente, exterminando outros integrantes da alta-roda, as opiniões ficam divididas: será que ele é um herói ou apenas um justiceiro? 
Um criminoso com acesso a informações privilegiadas.
A onda de mortes continua e o FBI designa o agente Max Siegel para o caso.
Enquanto ele e Cross disputam quem será o responsável pela investigação, fica claro que o autor dos disparos sabe de detalhes da rotina das vítimas que só alguém que conhece o círculo íntimo delas poderia descobrir. 
Alex Cross no meio do fogo cruzado. 
Enquanto se divide entre o franco-atirador, a rivalidade com Siegel e os planos para o casamento, o detetive recebe um telefonema de seu maior inimigo, Kyle Craig.
Ele escapou da penitenciária de segurança máxima, para onde foi mandado por Cross, e não vai descansar até conseguir se vingar.

Fonte: Saraiva

Dica de Leitura: 3º Prêmio de Literaura AMES Jornal Ibiá - Conto Poesia Crônica


Porta aberta à ficção

O 3º Prêmio de Literatura Ames/Jornal Ibiá é fruto da parceria entre o Jornal e a Associação Montenegrina de Escritores (Ames). Suas ações estão centradas na área de cobertura do Ibiá (Montenegro, Maratá, Brochier, Pareci Novo e São José do Sul).
O objetivo da iniciativa é envolver a comunidade regional no fomento da literatura, da criação literária e na promoção de novos talentos no mundo das letras.

Dica de Leitura: O homem que calculava


Por meio da fantasia e do encantamento das lendas árabes, Malba Tahan difundiu o gosto e a curiosidade pelo mundo da matemática. O Homem que Calculava, seu maior sucesso, tornou-se um clássico da literatura infantojuvenil. E como em 2015 o autor completaria 120 anos se estivesse vivo, a Record lança uma edição especial para comemorar.
As proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir – um viajante com o dom intuitivo da matemática, manejando os números com a facilidade de um ilusionista. – tornaram-se lendárias na antiga Arábia, encantando reis, poetas, xeques e sábios. Neste livro, Malba Tahan relata as incríveis aventuras deste homem singular e suas soluções fantásticas para problemas aparentemente insolúveis.
A matemática recreativa apresentada no livro é, certamente, menos dolorosa que a fria e doutoral ensinada nos colégios. Malba Tahan conseguiu realizar quase que um milagre: unir ciência e ficção e acertar. Seu talento e sua prodigiosa imaginação são capazes de criar personagens e situações de grande apelo popular, o que explica seu imenso sucesso.

Dica de Leitura: O ouro dos Deuses


Com notável riqueza de elementos de formação e de análise, Erich von Dãniken volta neste seu novo livro ao exame de suas teorias e teses, resumidas na certeza de que, milênios atrás, astronautas alienígenas estiveram em nosso planeta e que nossos remotos antepassados os consideravam verdadeiros "deuses". 
O material fotográfico carreado para estas páginas constitui verdadeira documentação original, pesquisada em arquivos, laboratórios e em paisagens diferentes do globo terrestre, à luz de novas descobertas arqueológicas ocorridas nos últimos anos. Entre estas as feitas pelo brigadeiro Eduardo Jensen, do Chile, que fotografou, no Sul daquele país, marcações enormes em paredes rochosas oblíquas, círculos com raios dirigidos para dentro, estruturas ovais repletas de desenhos de xadrez, retângulos, setas e a figura estilizada de um homem de 100 metros de altura representando um robô, no deserto de Taratacar, no Norte chileno.

Este livro, portanto, poderia ser resumido como um elenco de material visual e documentativo sobre as teorias, especulações e pesquisas focalizadas pelo autor em suas obras anteriores, já publicadas pelas Edições Melhoramentos, o que se comprova pela riqueza das ilustrações apresentadas, 374 fotos, das quais 57 em cores. 
Este material documentativo se estrutura nas descobertas arqueológicas de data recente, às quais se acrescentam as de lucatã e de Palenque, no México a fortificação incaica de Sacsayhuaman, as de Damasco, etc., todas elas objeto de análises tecnológicas revestidas de originalidade surpreendente para demonstrar que o homem moderno se encontra diante de "realidades mal entendidas".

O exame do Velho Testamento, principalmente o Livro de Ezequiel, que teria descrito uma nave espacial, é objeto de novas especulações por parte de Erich von Dqniken, para responder às críticas feitas aos seus livros anteriores, críticas do teólogo suíço Prof. Othmar Keel, do Prof. Lindborg, de Fritz Dummermuth, de A. Guillaume, de W. Beyerlein, etc. Para o autor, tanto o Velho Testamento como os chamados Livros Sagrados, focalizam questões não simplesmente religiosas, mas questões que se inscrevem no âmbito, das técnicas, com o que parecem concordar alguns especialistas, como o Eng. Josef F. Blumrich, da NASA.

Um dos livros apócrifos, dos vários não considerados pelos teólogos e historiadores do cristianismo é o Livro de Enoque, o pai de Matusalém. Possuía Enoque sabedoria estranha para o seu tempo, como os relativos às órbitas solar e lunar, aos dias bissextos, às estrelas, à mecânica celeste e às determinações geográficas do Universo. Numerosos trechos desse livro são transcritos no novo trabalho de Erich von Dãniken. Da mesma forma são expostos os capítulos dos livros apócrifos de Esdras, que não constam no Velho Testamento. Todo esse material se soma para apresentar ao leitor um livro profundamente original e inquietante.

Dica de Leitura: O resto é silêncio



No outono de 1941, Erico Verissimo testemunha a morte de uma “rapariga loura, alva e franzina”que se joga de um prédio no centro de Porto Alegre. 
O desassossego por ter presenciado essa cena o leva a escrever 'O Resto é Silêncio', que inicia justamente com a queda de uma moça do alto de um espigão da capital gaúcha. A história,narrada a partir de diferentes perspectivas, transcorre em pouco mais de 24 horas.
O destino da moça, que no enredo imaginado pelo escritor é uma simples vendedora de um grande magazine, revela-se o ponto de ligação entre as trajetórias dos diversos personagens.
Neste romance, considerado a ponte artística para a saga 'O Tempo e o Vento', Erico atinge não só a mestria na técnica do contraponto dramático como também a maturidade na composição dos personagens. 
O resultado é um texto denso e comovente, profundamente afinado com as preocupações sociais e estéticas do autor e com os sombrios sinais de desastre que percorriam o mundo na esteira da Segunda Guerra Mundial.

Fonte: Saraiva


Biografia e Livros de Oscar Bessi Filho


Oscar Bessi Filho nasceu no dia 04 de setembro de 1970, em Porto Alegre/RS. 
Hoje, reside em Montenegro/RS. 
É autor de diversos livros e cronista nos jornais Correio do Povo, Ibiá, Folha de São Borja e Correio Brigadiano. Em 28 de fevereiro de 1990, ingressou na Brigada MIlitar, onde atualmente ocupa o posto de Capitão e, após passagens profissionais por Porto Alegre, Alvorada, Canoas, Estrela e Montenegro, hoje comanda a Companhia de Policiamento Ostensivo de São Sebastião do Caí.
Sua trajetória literária começou ainda na idade escolar, ao produzir histórias em quadrinhos na primeira metade dos anos 1980. 
Personagens como o pistoleiro Kit e o astuto Zé Caloteiro tiveram dezenas de edições artesanais numa época em que nem se falava em fanzines.
Na segunda metade da mesma década, inspirado pelo boom do rock brasileiro e pelos movimentos estudantis, ingressa na poesia, onde passa a publicar panfletos poéticos de conteúdo social, intimista e de protesto que distribuía entre amigos e em bares nas cidades de São Leopoldo e Porto Alegre.
Sua primeira poesia publicada em livro é de 1993, numa antologia poética que reuniu colegas de profissão. Em 1993, como Cadete PM, passa a editar o jornal "O Espadim", na Academia de Oficiais da Brigada Militar. 
Sua postura de humor, irreverência e crítica sutil acabaram fazendo com que, para não proibir a circulação do jornal, se nomeasse um "censor", a quem o periódico deveria ser submetido, obrigatoriamente, antes de enviar à gráfica. 
Na década de 90, participa de diversas antologias de poesia e prosa na capital gaúcha, além de frequentar a Confraria do Conto e os Saraus da Casa do Poeta Rio-grandense - da qual se torna vice-presidente -, no então Restaurante Dona Maria, ponto de encontro da boemia intelectual de Porto Alegre.
Em 1997, sua peça para teatro de bonecos "Sinal Verde para a Vida" é encenada por policiais militares do 11º BPM em centenas de apresentações, sendo o grupo convidado para espetáculos na Feira do Livro de Porto Alegre e e para o Festival Internacional de Teatro de Bonecos em Canela/RS, encontro que reúne peças que se destacam no mundo inteiro.
Em 1998, faz sua estréia como colunista do Jornal A Semana, em Alvorada. Publica os folhetins "O Assassinato da Santa" e "Um Morto a mais". Chega a publicar, também, os primeiros capítulos de "O Recolocado", mas abandona o projeto. Em 2000, na 1ª Feira do Livro de Alvorada, lança o romance independente "As Cartas de Cristóvão". 
Entre 2001 e 2005, é premiado cinco vezes do Habitasul Revelação Literária, na Feira do Livro de Porto Alegre. O prêmio "Palavra de autor", em 2005, vem com o conto "Carmas de nossas Carnes", que, adaptado ao teatro por Jaqueline Pinzón como "A queima das leis", na peça "Três vezes amor e morte" (com Adriane Azevedo e João França dirigidos por Jaqueline Pinzon, Dilmar Messias e Camilo de Lélis), venceu o 5º Prêmio Palcohabitasul Desmontagem Cênica. 
Em 2003 lançou "Corra que a Brigada vem aí". 
Em 2004, foi o responsável pela página literária do Portal IG e da Revista Aplauso Brasil, dirigida pelo dramaturgo e ator paulista Michel Fernandes. Entre 2004 e 2008, e depois entre 2010 e 2012, apresentou o "Comentário de Literatura", na TV Cultura Vale do Caí. Em 2005, assumiu a presidência da Associação Montenegrina de Escritores (AMES), onde criou a Revista Eletrônica Calabouço, exclusivamente com literatura montenegrina, editou o Caderno de Literatura do Jornal Ibiá e idealizou e criou o regulamento do 1º Concurso Literário Ames/Jornal Ibiá. 
Em 2005 solicitou ao comando da BM transferência da região metropolitaba para a cidade de Montenegro, a fimde cuidar da saúde dos pais. 
Em 2006 ingressou na Associação Gaúcha de Escritores, onde foi vice-presidente adminstrativo entre 2008 e 2009 e, nos períodos de 2012/13/14/15, ocupa a Diretoria de Comunicação - pasta onde criou o boletim informativo "Letras Gaúchas", voltada aos escritores do RS pertencentes aos quadros da AGES. 
Em 2007, criou o Grupo Rua dos Cataventos e editou a Revista Cataventos de Literatura. Em 2009, abandona o grupo.
Em 2010, como integrante do Comitê Executivo do MMCC,  criou o concurso literário "Montenegro contra o crack", edição única. Transferido de Montenegro para São Sebastião do Caí por ordens políticas, em virtude de uma coluna publicada no jornal da cidade, criou no novo muncicípio de atuação, em parceria com o Coselho Municipal Anti-drogas (COMAD) e Prefeitura Municipal, o Concurso Literário de São Sebastião do Caí, bienal, que dura até hoje e caminha para a terceira edição. Neste concurso, a Prefeitura Municipal edita os livros com todos os trabalhos literários participantes da sua comunidade escolar.
Em maio de 2010, fez sua estréia na coluna dominical do Correio do Povo. Entre 2011 e 2015, foi cronista diário, de segunda a sábado, do Jornal Ibiá, onde agora colabora semanalmente. Em 2012 passou a colaborar, também, com a Folha de São Borja. Lançou ainda os livros O Outro lado do caleiddoscópio, Calibre 40, Marx não foi à praia, Ah, não viaja!, O lobo do homem, Um caminho no meio das pedras e O silêncio mais profundo. Unindo as experiências na área policial e literária, militou em diversos movimentos de prevenção ao uso de drogas, de álcool e à violência entre crianças e adolescentes. 
Fez palestras em diversos municípios do RS, em São Paulo e Minas Gerais. Ministra oficinas literárias.
Foi patrono da Feira do Livro de São Sebastião do Caí em 2011, de Feira do Livro de Santa Clara do Sul e da Feira do Livro de Mato Leitão, em 2015, assim como é, com frequência, em diversas feiras do livros escolares no RS. 



Livros
Últimos lançamentos de Oscar Bessi


LivroEditoraGênero
O silêncio mais profundoAlcanceRomance policial
O lobo do homemLer é poderCrônicas
Um caminho no meio das pedrasAtchim! EditorialJuvenil
O outro lado do caleidoscópioDubolsinhoJuvenil
Calibre 40CataventosConto
Marx não foi à praiaCataventosCrônicas

Fonte: Oscar Bessi Filho - escritor
  







Entrega dos Baús do Projeto Saúde Literária



Hoje foram entregues os baús do Projeto Saúde Literária que tem como objetivo disseminar a leitura, estimulando o hábito de ler.

No mundo letrado em que vivemos, o hábito de leitura se torna cada vez mais necessário, uma vez que o tempo que o cidadão reserva para lazer é cada vez menor .

A descentralização da biblioteca é o caminho para conquistar novos leitores.

A biblioteca irá disponibilizar sete Baús com cerca de 40 livros cada um, com obras diversas, contemplando também os autores montenegrinos.

Os cidadãos poderão ler enquanto aguardam sua consulta, seu atendimento ou levar para casa os livros que estarão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde das localidades de Santos Reis e Muda Boi, e ainda, nos Postos de Saúde da Vila Esperança, Bairro Industrial, Bairro Germano Henke, no Posto de Atendimento Médico - PAM e na própria Secretaria Municipal de Saúde.

Após a leitura, o livro deverá ser devolvido ao Baú, sem prazo e de forma gratuita.












Dica de Leitura: Eu vos abraço, milhões


 A primeira paixão de Valdo foi a leitura. A leitura o aproximou de Geninho. E Geninho o apresentou ao comunismo. A ideia de que a desigualdade fosse uma injustiça e de que houvesse pessoas lutando pelo fim da opressão social mudou a vida do garoto. Decidido a entrar para o Partido Comunista, Valdo abre as porteiras da estância e cai no mundo. Levando poucos pertences e quase nenhum dinheiro, embarca clandestinamente num trem com destino ao Rio de Janeiro. 
Na Cidade Maravilhosa, acredita, o lendário líder do Partido, Astrojildo Pereira, haverá de recebê-lo de braços abertos para conduzi-lo em pessoa às fileiras da militância, onde finalmente sua vida ganhará sentido. Mas Astrojildo não está no Rio. Foi a Moscou, sem data para voltar. E Valdo não tem dinheiro. Em vez de lutar para libertar a classe oprimida, torna-se ele próprio um assalariado, operário da construção. Para piorar as coisas, na obra que culminará num imenso ícone da alienação: o Cristo Redentor. 
Quadro vívido e fascinante do Brasil na virada para a década de 30, Eu vos abraço, milhões é uma leitura imperdível, que reúne a Coluna Prestes e a Revolução de 30 às reflexões, perplexidades e fantasias de um personagem inesquecível.


Resenha: Jornal Opção

Sarau Natalino e Lançamento do Projeto Saúde Literária


Durante a programação de final de ano, com o Natal Iluminado na praça Rui Barbosa, foi realizado o Sarau Natalino (às 20h do dia 17/12/2015) com a participação de escritores montenegrinos e ainda durante o evento ocorreu o lançamento do Projeto Saúde Literária que tem como objetivo disseminar a leitura, estimulando o hábito de ler













O Sarau Natalino é uma reunião festiva com finalidade literária e conta com atrações musicais e poesias, objetivando incentivar e tornar popular a leitura.








































PROJETO SAÚDE LITERÁRIA

No mundo letrado em que vivemos, o hábito de leitura se torna cada vez mais necessário, uma vez que o tempo que o cidadão reserva para lazer é cada vez menor .











A descentralização da biblioteca é o caminho para conquistar novos leitores.

A biblioteca irá disponibilizar sete Baús com cerca de 40 livros cada um, com obras diversas, contemplando também os autores montenegrinos.


















Os cidadãos poderão ler enquanto aguardam sua consulta, seu atendimento ou levar para casa os livros que estarão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde das localidades de Santos Reis e Muda Boi, e ainda, nos Postos de Saúde da Vila Esperança, Bairro Industrial, Bairro Germano Henke, no Posto de Atendimento Médico - PAM e na própria Secretaria Municipal de Saúde.

Após a leitura, o livro deverá ser devolvido ao Baú, sem prazo e de forma gratuita.

















































Durante o evento, na oportunidade, a escritora montenegrina Patrícia Franz, foi agraciada com medalha por sua participação no evento Poesia em Movimento, edição 2015. 

































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